Eficácia do governo brasileiro entre as três piores entre 60 países. Mas eles nem ligam…

Essa é para pensar.

Segundo a matéria do jornal Valor Econômico, o Brasil cai da 38ª para 51ª posição entre 60 países no ranking de competitividade global elaborado pelo IMD, “uma das melhores escolas de gestão da Europa”.

Destaco estes trechos:

“Para o diretor do Centro de Competitividade Mundial do IMD, Stephane Garelli, a razão central para esse resultado tem a ver com o governo em Brasília. A percepção de fora é de que a eficácia do governo brasileiro está entre as três piores entre 60 países. Ficou agora na 58ª posição. Garelli nota que decisões até são tomadas, mas não são implementadas sempre ou o são com muito atraso. E visto do exterior “não sabemos quais são as reais prioridades do governo brasileiro, se são em relação à inflação, crescimento, exportação, industrialização, redução das desigualdades”.”

“Numa pesquisa do IMD com executivos sobre os principais fatores de atração da economia brasileira, as respostas apontam 78% para o dinamismo da economia e apenas 1% para a competência do governo. O país é apontado como o campeão de protecionismo, de estar no topo no peso da burocracia, etc.”

Voltando. A economia é dinâmica, APESAR do governo incompetente.

Em outra matéria no mesmo jornal lemos: “Pesquisa sugere que desemprego é o que mais afetaria reeleição”. Para o pesquisador Mauro Paulino, diretor do Datafolha, mais que no PIB ou na inflação, a chave para as perspectivas eleitorais de Dilma ou de qualquer presidente reside na taxa de desemprego. 

Segue a matéria: “Paulino afirma que as robustas taxas de emprego geram um alto nível de confiança nos governos do PT, que independe das questões ligadas à corrupção ou a indicadores negativos da economia que não pesem no bolso do cidadão. Pelo último Ibope, 57% dos entrevistados aprovavam o combate ao desemprego feito por Dilma. O problema de uma baixa taxa de ocupação para a popularidade presidencial, destaca o pesquisador, é que não atinge apenas os eleitores desempregados e suas famílias, mas cria uma sensação generalizada de insegurança. “O medo de perder o emprego caiu muito. Quando olhamos pesquisas dos últimos 30 anos na cidade de São Paulo, a queda na curva coincide com os governos do PT”, diz.”

Podemos concluir que a aprovação popular deste governo incompetente depende essencialmente da capacidade da inciativa privada se livrar dos entraves do governo. Enquanto a economia continuar dinâmica, e esperamos que continue, continuará difícil mudar o governo que joga nossos índices de competitividade para baixo…

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