Amazônia, dinheiro e influência.

É anti-colonialista mas quer que os países do G7 decidam o que fazer com a Amazônia. Deus tá vendo…


Nem estou fazendo juízo de valor sobre a postura do governo. Porém, é fácil visualizar que essa gritaria tem mais relação com o pouco caso do Bolso com a retirada do dinheiro estrangeiro destinado às ações na Amazônia, do que com as queimadas.


Ou será que foi só o Brasil abrir mão do dinheiro da Noruega e da Alemanha que logo a seguir a Amazônia entrou em chamas? Nesse caso, devo imaginar que eles mantinham algo como uma rede de regadores espalhados pela Floresta, desligados agora por falta de pagamento. Só pode.


Dinheiro é influência. Ao abrir mão do dinheiro, o governo reduz a influência daqueles países na região. Daí essa exagerada reação europeia tem cor de neocolonialismo. Como se o Brasil fosse tão somente uma espécie de “tutor” da região, ou como se a Amazônia fosse um protetorado incrustado no nosso território.


Algumas declarações dos líderes europeus afrontam a soberania brasileira. Gostando ou não do Bolsonaro, não vejo como negar isso.

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