Sou daqueles que acredita, como Burke, que o Parlamento não deve ser um “Congresso de Embaixadores”.

"Ser um bom membro do Parlamento, deixem-me dizer-lhes, não é uma tarefa simples – especialmente nesta época, em que há uma disposição tão forte para correr os perigos extremos da submissão servil ou da popularidade selvagem. Unir a circunspecção ao vigor é absolutamente necessário, mas é extremamente difícil". Edmund Burke, "Discurso aos eleitores de Bristol".

O impeachment de 2016 e o contingenciamento de 2019: resposta ao colunista Cacau Menezes.

Segue a nota publicada: Minha resposta é a seguinte: Defendo a prioridade da educação. Por isso torço para que nossa economia melhore e os contingenciamentos sejam revistos. Entendo que essa melhoria na economia brasileira passa pela aprovação da Reforma da Previdência. Estamos falando de contingenciamento e promovê-lo é questão de respeito à lei dos homens … Continue lendo O impeachment de 2016 e o contingenciamento de 2019: resposta ao colunista Cacau Menezes.

Tsunami? Ainda não. Ainda…

Manifestações de 15/05/19 ficaram no limite do previsto. Grandes, mas ainda não são o tsunami. Como escrevi aqui: o modo mais fácil de botar gente na rua é mobilizando estudantes. Libere aula de universidades e escolas num dia à tarde e lhes dê motivos para caminharem juntos até o terminal. Feito. Digamos que isso é … Continue lendo Tsunami? Ainda não. Ainda…

Fornecendo moinhos de vento

O posicionamento de uma ideia define os termos do debate e faz toda a diferença na reação do público. No caso do contingenciamento das verbas da educação estamos presenciando essa afirmativa na prática. Na minha opinião, trata-se do pior erro de estratégia de comunicação do governo federal até o momento. A esquerda perdeu base social … Continue lendo Fornecendo moinhos de vento

Pela redução dos duodécimos.

O governador Moisés tomou a atitude mais corajosa do seu governo ao propor a redução de 10% nos recursos repassados anualmente para a Alesc, Udesc, TCE, TJ e MP-SC, na forma de duodécimos. Reforma administrativa, corte de comissionados... nada disso é novidade. Para quem foi eleito para "fazer diferente", o gesto mais diferente até o … Continue lendo Pela redução dos duodécimos.

Melhor lembrar como acabou.

Essa é a capa do jornal O Estado, 30 de março de 1984. Em todo Brasil houve manifestações pedindo Diretas, Já. O povo queria o direito de escolher, queria sentir-se representado. Democracia é assim: ou ela é plena, ou não é democracia. Se cala ou encilha o Parlamento, é ditadura. Felizmente passou e rendo minhas … Continue lendo Melhor lembrar como acabou.

VAMOS FALAR DE PARLAMENTARISMO? (1)

No ano passado, ao declarar minha posição no segundo turno, escrevi: “O que me leva a torcer pelo Bolsonaro é mais simples: o domínio da realpolitik pelo PT me trouxe à conclusão de que o retorno deles ao poder não será uma simples “eleição”, mas uma tomada de poder, conforme já adiantou o Zé Dirceu. … Continue lendo VAMOS FALAR DE PARLAMENTARISMO? (1)

Direitos Humanos e coerência.

Hoje lembramos os 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Comemorar essa data é a atitude coerente para um Conservador. Escrevo isso porque há muitos autodeclarados defensores da civilização judaico-cristã-ocidental que repudiam ou fazem pouco ao ouvirem falar em Direitos Humanos. E isso é de uma incoerência tremenda. Ora, a ideia fundamental dos Direitos … Continue lendo Direitos Humanos e coerência.

Diante do Segundo Turno das Trevas, o que fazer?

Desde os 15 anos convivi com a esquerda: no movimento estudantil, na universidade, nas escolas (como professor), nos governos. É impossível a qualquer um que tenha passado por esta convivência não perceber o quanto há de violência, autoritarismo e corrupção nesta esquerda. Os desmandos dos treze anos do governo petista nada mais são do que … Continue lendo Diante do Segundo Turno das Trevas, o que fazer?